Lev Vygotsgy e as bases para a inclusão escolar



Amigos, este meu longo artigo de seis páginas saiu na Revisa Presença Pedagógica 166 - Agosto de 2020, da Editora Dimensão, que publica textos que apresentam multiplicidade de concepções pedagógicas, estimulando o debate sobre os desafios da educação no mundo contemporâneo e promove a interlocução entre a Universidade e a Educação Básica 

O DIA: Deficiência Intelectual na velhice com autonomia e independência


Artigo publicado no jornal impresso e no site do carioca O DIA, Coluna Opinião, 27 de agosto de 2020.

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O CASO DO TIPÓGRAFO - Crônicas da minhas memórias!


Autobiografia de Emílio Figueira que nasceu com paralisia cerebral com sérias causas na fala e movimentos, conhecendo a forte exclusão social em seus primeiros anos de vida. Vencendo obstáculos sociais e atitudinais por meio da educação, cursou três faculdades, cinco pós e dois doutorados, tendo uma extensa produção científica e literária com mais de oitenta livros publicados. Nestas memórias, o autor narra de forma descontraída suas construções artísticas, superações e motivações pessoais, discutindo como pano de fundo conceitos de Inclusão Social, Educação Inclusiva e sua visão dos efeitos positivos de se ter uma deficiência.

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CRÍTICA SOBRE O LIVRO

Uma pessoa que vem construindo uma trajetória totalmente improvável pela realidade que a vida tentou lhe impor! Assim é Emílio Figueira, que por causa de uma asfixia durante o parto, ficou com sérias sequelas na fala e movimentos do corpo.

Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica e uma variada obra em livros impressos e digitais. Psicólogo, psicanalista, teólogo independente, escritor e poeta. Autor, ator de teatro e roteirista cinematográfico. Com três graduações, cinco pós e dois doutorados, Figueira foi professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem Psicologia e Educação Inclusiva.

Detalhes sobre a construção de todas essas caminhadas, o autor revela nesta autobiografia, um texto com muitas veredas a ser percorridas em uma agradável e fácil leitura, o que sempre foi uma marca no estilo emiliano de escrever.

Diga-se de passagem, Emílio Figueira é um grande paradoxo. Ao mesmo tempo em que ele apresenta sérias dificuldades de comunicação verbal, torna-se um mestre de várias linguagens da comunicação escrita impressa e digital, conseguindo sempre levar de forma positiva suas ideias e conhecimentos para milhares de pessoas.

RUBENS CASTRO - Crítico Literário